Habilidades importantes para o sucesso do social media

A equipe de redação da Stampa participa da Semana Acadêmica da Comunicação, na UFRGS, de 16 a 20 de outubro. O workshop de Mídias Sociais, por Amanda Takassiki, da Todo Mundo Precisa de um RP, ampliou o cenário do marketing digital.

Amanda destaca as principais habilidades para o profissional de mídia atuar no mercado da internet, entre as técnicas, estão:

  1. A importância do contexto: entender o contexto em que o conteúdo está inserido, o público e as possibilidades de interpretação que ele pode ter.
  2. Dados em insights e capacidade analítica: analisar as métricas para compreender qual é a melhor linguagem para o público de interesse e a forma de abordagem.
  3. Ter mente aberta, ser explorador e questionador: buscar sempre novas formas de comunicar, de maneira criativa e inteligente.
  4. Noção em programação (nem que seja básica): não precisa ser especialista, mas entender a importância das novas tecnologias e de que maneira elas atuam é fundamental para o trabalho com mídia social.
  5. Capacidade de envolver e engajar: a partir da análise e da aplicação correta das técnicas é possível ampliar o alcance do conteúdo, o que possibilita o contato mais próximo com o público.
  6. Tecnologia nunca é demais: compreender as novidades do mercado e buscar sempre maneiras de aplicar de forma inteligente no nicho de mercado.
  7. O valor da integração: integrar os canais, a partir do mesmo discurso em linguagens apropriadas para cada plataforma.

A profissionalização do setor, passando pelo aprendizado de técnicas, define a direção dos conteúdos publicados nas mídias, que tem uma linha muito tênue entre o descartável e o conteúdo de valor, ou seja, publicar o que realmente interessa ao público que se deseja estabelecer a comunicação.

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Landing pages: como fazer o cliente chegar até onde você quer

Anúncios em redes sociais ou em buscadores devem direcionar os clientes para locais definidos pela empresa. As páginas de destino, cadastradas para receber os consumidores quando eles clicam nas propagandas, são chamadas de landing pages. Elas são específicas para determinado produto ou serviço e possuem alta taxa de conversão.

O objetivo das landing pages é conquistar o cliente que não está disposto a perder tempo com pesquisas dentro do site. Ele será direcionado exatamente para onde o anúncio indica. Para criar uma página de sucesso é preciso observar um ponto-chave: simplicidade. O layout agradável, clean e com linguagem clara irá facilitar o processo de compra ou contato com a empresa.

Em entrevista para a revista W, Marcelo Cruz, consultor da WSI Consultoria, afirma que é fundamental entregar a informação mastigada para não dar ao cliente o benefício da dúvida. Diante do imediatismo atual, as empresas possuem pouquíssimo tempo para conquistar o consumidor, pois há uma gama de possibilidades a apenas um clique. A compra ou contato com a empresa precisam ser fáceis, sem rodeios.

Confira alguns dados da pesquisa* realizada pela Infobase, uma das 50 maiores integradoras de tecnologia da informação do Brasil, para criar uma landing page:

  • 92% das landing pages utilizam informações sobre a empresa no centro superior.
  • 86% mantêm um texto com dados sobre o produto no centro, mais à esquerda.
  • 58% apresentam imagens das equipes e sedes.
  • 59% disponibilizam telefone.
  • 46% mantêm seus formulários sob os botões de call to action.
  • 38% contam com call to action na parte superior direita.
  • 12% compõem a parte inferior da página com premiações e certificados.
  • 19% revelam depoimentos.
  • 25% têm palavras-chaves nas URLs.
  • 85% utilizam os nomes das empresas nas URLs.

*extraída da revista W.

Exemplos de landing pages:

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4 ferramentas para criar sua landing page:

  • Lead Pages: a ferramenta permite a criação e edição sem o uso de programação. Possui diversos templates e layout adaptável para mobile. Investimento: Standard: US$ 25/mês; Pro: US$ 49/mês; e Advanced: US$ 199/mês.
  • Hubspot: possui, além da plataforma de criação, um sistema que pode ser integrado à estratégia de conteúdo da marca. Além disso, disponibiliza material educativo sobre conteúdo digital. Investimento: Basic: US$ 200/mês; Pro: US$ 800/mês; e Enterprise: US$ 2,400/mês.
  • Unbounce: oferece uma grande variedade de templates e a funcionalidade de testes A/B para medir a conversão das páginas. É um dos serviços mais usados no mundo. Investimento: Starter: US$ 49/mês; Pro 99: US$ 99/mês; Pro 199: US$ 199/mês; e Pro 499+: US$ 499/mês.
  • OptimizePress: a assinatura envolve uma variedade de ferramentas para o site WordPress. É possível criar blogs, webnars e relatórios. Investimento: depende do componente escolhido.

Você sabe usar o Google Adwords?

Quando se faz uma busca no Google, uma pequena lista com sugestões é oferecida em primeiro plano ao usuário. Esses são os resultados pagos. Os anúncios são sinalizados com uma etiqueta amarela, verde ou vermelha para indicar que não são orgânicos, mas sim selecionados.

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O Google Adwords funciona, de forma resumida, assim: o anunciante paga somente se o usuário clicar no anúncio. Os anúncios são escolhidos pelo Google por meio das palavras-chave definidas previamente na criação da campanha. A ferramenta leva em conta alguns critérios para a avaliação, incluindo o valor definido para cada clique e também a relevância do assunto. Ou seja, não basta investir R$ 100 mil e o conteúdo ser de má qualidade. É preciso aprofundar e tornar os assuntos interessantes.

A Resultados Digitais citou sete passos para colocar uma campanha efetiva no ar, são eles: checklist, brainstorm de pesquisas (escolha uma ou duas ofertas e avalie de que forma o público pesquisaria por elas), estratégia de pesquisa (defina detalhes da campanha – oferta, objetivo, meta, métricas e orçamento), palavras-chave (comece com poucas se o orçamento mensal for baixo), anúncios (elabore temas relevantes para cada grupo de anúncio, a fim de personalizar), acompanhe as conversões e publique a campanha.